Parado na ténue linha
Entre a sanidade e a demência
Desta vida que é só minha
Corpo e alma a 100% explorados
Neste dia de celebração
Em que todos participam com compaixão
Nunca aborrecidos ou cansados
O sono é posto de parte
Pego na minha caneta
Faço uma obra de arte
Exploro todas as partes das minhas facetas
Removo do meu interior subconsciente
Todos os meus eus que estão aprisionados
Convivo com eles todos na minha mente
Nunca seus pensamentos serão refutados
Fazemos a festa como nunca ninguém viu
Sentimos coisas que jamais alguém sentiu
Discutimos e abordamos os mais variados temas
E desabafamos toda a nossa vida nestes poemas
Consome mais um pouco
Liberta-te
Deixa sair o louco
Perde-te
Viaja enquanto fechas os olhos
Viva a vida saboreia todos os molhos
Segue o teu rumo
Deixa-te levar
Não ligues ao fumo
Sabes que estás a gostar
João, começo a pensar que os teus poemas darão letras de canções. Uma poesia cantada segundo moldes contemporâneos!
ResponderEliminarHá sempre um destinatário, a palavra que é remetida a uma segunda entidade.
Gostei daquele explorar de coisas que andam no teu cá dentro, "as facetas aprisionadas que se juntam e celebram".
Continua a escavar esses cantos e esses eus que celebram festas oníricas.
Desejo a todos esses eus, que tomem bons copos de desabafos e muitos regozijos de pensamentos.
Looool obrigado.... tambem é giro xD fazer partys dentro da cabeça
ResponderEliminar