A obscuridade do claro é o nada do todo... A conclusão do ser é quando este se transforma num ser superior. O ser superior é a perfeição da imperfeição do ser. Ser perfeito com todas as suas imperfeições. Completar não é aperfeiçoar, completar é encaixar o perfeito no imperfeito e o imperfeito no perfeito. O completo é o partilhado, o puzzle feito a dois.
Isto vai assim meio que de acordo com a minha filosofia de vida. Encarar todas as nossas falhas com naturalidade, pondo de lado os habituais conceitos de certo/errado, bem/mal, seguindo depois para a linha do auto-aperfeiçoamento constante.
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