domingo, 28 de novembro de 2010

Sociedade do eu

O eu individual é o extra-sensorial. O meu verdadeiro eu complexa-se descomplexadamente no teu. Sentimento ressentido teu, talvez reflectido no meu. Essa reflexão tua que se torna minha, cria-se em toda a vinha que colhes anualmente de tudo o que se passa na tua mente. Estes nossos pensamentos dementes vão-nos destruindo as histórias vingentes que conspurcam as nossas mentes exigentes.
Sol brilha alto após a lua que ilumina quase por obrigação, existe então um pequeno senão, ninguém cumpre a sua obrigação sem uma consequência do não. O são, da sociedade é o não da inimizade e a luta pelo poder descrê todo o ser, toda a conexão tem confusão e toda a confusão tem conexão.
O objectivo final é o ritmo fatal, a fatalidade do destino é o objectivo do nosso hino, a marcha contra o canhão. Faz-me relembrar um jogo de gamão ou xadrez, que implica algo mais que três... Dedos de testa e inteligência vindos de toda a eloquência destas palavras com significado.
Menosprezado pensamento luminoso que para todos é asqueroso, o poroso dia a dia do homem do ouso, ousando o outrém que vai caminhando, dá-lhe a ideia do que o está a complexar, quando na verdade o está a iluminar.
Suplicando pela aceitação da sua consciência o homem perde tudo e entra na demência.

A sociedade actual matou outro génio "normal".

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