segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Amizade, Sinceridade e Adeus...
Qualquer outra coisa que pudesse dizer nada ia fazer. Todos os momentos em que te ris-te comigo, apagaram os maus em que não chorei com um amigo. Sempre fui mais que um filho teu, um mero plebeu com muita honra no seu... Destino de te ter conhecido, alguém que do nada se transformou em tudo, que do tudo se tornou veludo, macio e reconfortante como sempre o foste para mim. Custa-me, tira-me do sério todo o mistério do grave como a trave que me prevém de sentir de novo o teu bem. O teu bom espírito, implícito no teu ser, o comer que fazes com toda a tua alma sem sequer o ver. Os momentos que se transformam em tempos que ultrapassam os ventos, que se cravam na minha memória. São traumas que tormentam as almas das calmas salas de estar sem estar. O corpo pode estar presente e do corpo quente energia pode fluir, mas o meu coração está-se a destruir. O meu ser são foi destruído com um só toque do teu coração pequeno e rezingão que teima a negar o adeus, a ti e a todos os teus próximos que também são meus e preocupa-me um verão que terão sem a tua presença. Os meus pêsames. O seu não dessa tal aceitação.... Algo que me faz escrever incessante, tenho uma necessidade constante. E esse beijo num instante, que foi extremamente reconfortante.
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Vejo-me perante poesia. Embora não tenha a sua aparência tradicional.
ResponderEliminarNo mínimo eu diria: prosa poética.
Achei bem interessante o ritmo (próprio de poesia) que constróis e adereças com rima.
E claro,mais uma vez todo um rico jogo de antíteses que vi num anterior texto teu.